Há 27 anos, o que pauta o Canal Brasil é o compromisso com a cultura brasileira. Símbolo da liberdade, da diversidade e da irreverência, o Canal Brasil é o maior parceiro do cinema brasileiro e, considerando o mercado internacional, um dos mais atuantes do mundo. Além do grande volume de coproduções, o Canal Brasil teve nos últimos anos presença constante e consistente nos principais festivais internacionais, resultado da curadoria e de um olhar apurado para o cinema independente.
O cinema ocupa cerca de 90% da grade de exibição, com um acervo de filmes das mais diferentes épocas, fases e gêneros, da ficção ao documentário, junto aos diversos sotaques brasileiros. Ao longo desses 26 anos, já exibiu mais de 6 mil filmes, entre longas e curtas-metragens, além de programas que abordam o tema e suas infinidades.
“O Canal Brasil vem colhendo resultados admiráveis: são mais de 450 coproduções entre longas, programas e séries, além de participação regular em festivais como Sundance, Berlim, Cannes e Veneza. Poucos canais do mundo atingem esta marca e frequência nos maiores palcos do cinema. Esse ano lançamos ainda o DOC Canal Brasil, o streaming definitivo de documentários brasileiros, projeto pioneiro e um dos únicos do mundo, que engloba um universo documental completo. A ideia é popularizar, difundir e estimular a produção de obras documentais no Brasil”, diz André Saddy, diretor geral do Canal Brasil.
Sair do campo da exibição e partir também para o da produção fez com que o Canal Brasil atingisse em poucos anos uma importância imensurável dentro do cenário do cinema brasileiro. O fomento à produção começou em 2008 com “Lóki – Arnaldo Baptista”, de Paulo Henrique Fontenelle, que mostrou a vida do eterno mutante.
Entre os longas-metragens coproduzidos estão “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho; “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz; “O Traidor”, de Marco Bellocchio; “Benzinho”, de Gustavo Pizzi; “Ferrugem”, de Aly Muritiba; “Marte Um”, de Gabriel Martins, “Divinas Divas”, de Leandra Leal; “Não Devore o Meu Coração”, de Felipe Bragança; “Pendular”, de Julia Murat; “Aos Teus Olhos”, de Carolina Jabor; “Cinema Novo”, de Eryk Rocha; “Alemão 2”, de José Eduardo Belmonte; “Animal Cordial”, de Gabriela Amaral Almeida; “Gabriel e a Montanha”, de Fellipe Gamarano Barbosa; “Bixa Travesty”, de Kiko Goifman e Claudia Priscilla; Aeroporto Central (Zentralflughafen THF), de Karim Aïnouz; “Boi Neon”, de Gabriel Mascaro; “Pérola”, de Murilo Benício; “Andança – Os Encontros e as Memórias de Beth Carvalho”, de Pedro Bronz; “O Rio do Desejo”, de Sérgio Machado; “Motel Destino”, de Karim Aïnouz; “Manas”, de Marianna Brennand; entre tantos outros.
As séries de ficção originais do Canal Brasil também vêm crescendo na grade do canal, como “João Sem Deus – A Queda de Abadiânia”, de Marina Person; “Toda Forma de Amor”, de Bruno Barreto; “Lama dos Dias”, de Hilton Lacerda; a série de animação “Angeli The Killer”, de Cesar Cabral; “Chuva Negra”, de Rafael Primot e Franz Keppler; “Colônia”, de André Ristum; “Delírios de um Amor Louco”, de Cesar Cabral; “Suíte Magnólia”, de Hamilton Vaz Pereira; “No Ano Que Vem”, de Maria Flor; “Chabadabadá”, de Julia Moraes e Tuca Siqueira.
Atrações documentais como “A Lei da Selva”, de Pedro Asbeg, “Primavera nos Dentes – A História do Secos & Molhados”, de Miguel De Almeida; “Milton e o Clube da Esquina”, de Vitor Mafra; “Vidas Roubadas – A Saga de Isabella”, de Eduardo Rajabally e Mauricio de Sousa Dias; “História Secreta do Pop Brasileiro”, de André Barcinski e “Puta Retrato – Trabalhadoras Sexuais, de Kiko Goifman e Claudia Priscilla também ganham destaque na grade.
Com programas antológicos que se tornaram clássicos da televisão, como “Larica Total”, de Paulo Tiefenthaler, e “Choque de Cultura”, o Canal Brasil tem uma grade plural, composta por muitos discursos e sotaques de vários cantos do país, com entretenimento para todo mundo que gosta de cinema e de uma boa história.
DOC Canal Brasil
O DOC Canal Brasil, primeiro serviço de streaming dedicado exclusivamente a documentários brasileiros, oferece uma curadoria criteriosa de filmes, séries e programas — que revelam a riqueza e a diversidade do gênero. Com o propósito de expandir a relevância do gênero, o DOC Canal Brasil nasce como um espaço de encontro entre criadores e espectadores, reunindo títulos premiados, produções recentes e clássicos restaurados que nos ajudam a compreender o país por múltiplos olhares. A plataforma propõe uma experiência de imersão no real, destacando obras que inspiram transformação, ampliam perspectivas e preservam a memória audiovisual nacional, sem perder o foco principal, que é o entretenimento.
Disponível inicialmente na no Prime Video, o streaming traz como diferenciais o acervo de qualidade e diversidade, a presença de documentários premiados, a preservação de obras raras e digitalizadas e o fomento a novos realizadores. Com assinatura mensal por R$ 9,90 e acesso ilimitado, o DOC Canal Brasil propõe tornar o documentário mais acessível e próximo do público. O primeiro mês ainda terá um teste gratuito de 30 dias.
Globoplay Plano Premium
O Canal Brasil também está presente no Globoplay Plano Premium, que pode ser acessado de qualquer lugar em dispositivos móveis. A plataforma permite que o usuário assista ao canal ao vivo, com a mesma programação que está sendo exibida na televisão, além de disponibilizar séries, longas de ficção e documentais e seus principais programas como “Amigos, Sons e Palavras”, “Choque de Cultura” e “O País do Cinema”.
Jornalismo
Principal telejornal sobre cinema no ar e um dos mais longevos programas da TV Paga, o “Cinejornal” é repleto de entrevistas e reportagens sobre a produção audiovisual, coberturas de pré-estreias e dos mais importantes festivais do país e do mundo. O programa noticia os principais destaques do cinema brasileiro e, em 2025, ganhou duas edições inéditas por semana (segundas e quartas, às 19h30) e, para ampliar o alcance da atração, cada edição também pode ser conferida no YouTube do canal, nos dias seguintes às exibições na TV (terças e quintas, a partir das 17h30). O Cinejornal é comandado pela jornalista Maria Clara Senra, editora-chefe do jornal, e tem apresentação de Simone Zuccolotto. Luciana Araujo gerencia a produção e conteúdo.
Transmissões ao Vivo
No Canal Brasil há ainda espaço para transmissões especiais ao vivo, como o Prêmio Grande Otelo, o Festival de Cinema de Gramado e o Premios Platino del Cine Iberoamericano, que estão entre as principais premiações do cinema nacional e internacional, além de grandes eventos de música como o Festival de Inverno.
Prêmio Canal Brasil de Curtas
O Prêmio Canal Brasil de Curtas tem como objetivo estimular a nova geração de cineastas, contemplando os vencedores na categoria curta-metragem. Um júri convidado pelo canal, composto por críticos e jornalistas especializados em cinema, escolhe o melhor curta em competição, que recebe o Troféu Canal Brasil e um prêmio no valor de R$ 15 mil, além de entrar na grade do canal, que há mais de 27 anos exibe curtas-metragens todos os dias. Já foram mais de 300 curtas vencedores e mais de R$4,5 milhões em premiação. O Canal Brasil está presente, desde sua fundação, nos mais representativos festivais de cinema do país, respirando e existindo através do cinema brasileiro!
Youtube e Redes Sociais
Com 739 mil inscritos e mais de 14 milhões de visualizações no último ano, o YouTube do Canal Brasil apresenta em sua programação diária uma curadoria de conteúdos emblemáticos, com episódios disponibilizados na íntegra, sem deixar de lado a diversidade da música brasileira.
Nas redes sociais, o canal busca gerar conversas através de seu conteúdo, tendo na diversidade e na defesa da cultura suas principais bandeiras no Instagram (cerca de 714 mil seguidores) e no Tiktok (mais de 93 mil seguidores).
Cerveja Canal Brasil




A cerveja Canal Brasil é uma celebração ao audiovisual e está presente nos mais expressivos eventos do setor, festivais de cinema, e lançamentos de filmes e séries. O Canal Brasil harmonizou o melhor do cinema com os mais frescos ingredientes para agradar papilas gustativas e neurônios cinéfilos. Na tela ou no copo, o ingrediente secreto é sempre o conteúdo. Os seis rótulos feitos pela ilustradora Débora Islas são inspirados nos filmes “A vida Invisível”, “Bacurau”, “Dzi Croquettes”, “Cine Holliúdy”, e nos programas “Larica Total” e “Choque de Cultura”.
